quinta-feira, 8 de setembro de 2011

http://20crers.wordpress.com/

Blog da 20 ª Coordenadoria Regional de Educação – Palmeira das Missões, Rs.
Entra lá da uma conferida.....

terça-feira, 23 de agosto de 2011

sobre a radio comunitária....

Olá, a radio comunitaria esta com endereço novo:www.encantosul.com.br...entre lá da uma conferida....

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Divulgando......

Noticias........excelente iniciativa do municipio e da comunidade.....

Água da chuva: preservação, economia e educação!
Qua, 20 de Julho de 2011
       
Muito se fala sobre preservação do meio ambiente, mas uma escola do município de Cerro Grande resolveu colocar na prática uma ideia que evita o desperdício de água potável: coletar água da chuva para utilizar nos sanitários e na lavagem das calçadas da escola.
A iniciativa partiu da diretora do Colégio Estadual Dr. Dorvalino Luciano de Souza, Cleusa Molinari Battisti, que junto com demais professores, procurou a Creluz e encontrou na cooperativa uma parceira para viabilizar parte do projeto, que custou ao todo cerca de 15 mil reais.
Segundo o professor Edelar Carlos Gotardo, a chuva que cai sobre um telhado de 200m² é captada nas calhas e passa por um filtro, para remover as impurezas, antes de ser utilizada. “A sujeira que desce do telhado, como folhas e ciscos, é filtrada, depois a água segue encanada até um deposito de 20 mil litros e então fica à disposição para ser utilizada na
lavagem das calçadas e também nas descargas dos banheiros da escola.” , explicou.
O fato do projeto estar instalado em uma escola, também contribui para a educação ambiental das crianças, que acompanham na prática como é possível preservar o meio ambiente e os recursos naturais, e que, através da união de esforços as idéias podem sair do papel, como explica  o professor Fabiano Campagnolo. “Os alunos acompanharam a instalação da estrutura e em alguns casos inclusive ajudaram a realizar algumas atividades já que a instalação hidráulica foi toda feita pelos professores da escola.”, contou.
A Creluz, que possui pontos de captação de água da chuva nas suas dependências, apoiou o projeto visando a preservação da água e também a conscientização da sociedade para a preservação do meio ambiente. Além disso, o objetivo da cooperativa era incentivar o engajamento da comunidade para a viabilização do projeto, como explica o presidente
Elemar Battisti. “A Creluz investiu nesse projeto para mostrar para a sociedade que é possível viabilizar bons projetos a partir da união de esforços. Esperamos que esse projeto sirva de modelo para outras escolas e entidades.”, frisou.
Esse será o único projeto de captação da água da chuva apoiado pela Creluz fora de sua estrutura, isso porque, a cooperativa deseja que ele seja um modelo para outras entidades e comunidades, mostrando que uma ideia pode dar certo através da união de esforços.
Depto de Comunicação



domingo, 31 de julho de 2011

RCS.........Ciclo de Palestras....

17/07/2011   Economia
Bom Retiro do Sul sedia círculo de Seminários Regionais de Economia Solidária
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Na quinta feira, dia 14, no Auditório Egon Harry Lipp, Prefeitura de Bom Retiro do Sul, aconteceu mais uma etapa do Círculo de Seminários Regionais de Economia Solidária/RS.
O evento teve como tema "Concentração Social: Diálogos sobre Economia Solidária".
Na ocasião, explanaram João Carlos Pereira Júnior, Maria Delci Klunck, Jussara Muller de Assis, Arildo Miguel Crespan, Claudia Ribeiro Köhler, Heron Denis Leite, Egon Inácio Bieger, Lizete Barboza Scartassini, Adriana Machado Dias, Lise Mari Nitsche Ortiz, Armgard Lutz e Dulci Claudete Matte.
Dentre os assuntos abordados estavam experiências, conceituações, debates sobre cooperação, resgates históricos, educação profissional para pessoas com deficiências, padarias comunitárias, construção e apropriação de conceitos e práticas solidárias, turismo rural, a mutualidade como doutrina co cooperativismo e da economia solidária, relações familiares de mulheres inseridas na economia solidária e ainda sobre economia solidária com grupo de indígenas da etnia Kaingang.
O evento é uma realização da Rede Concerto Social, Instituto HSBC Solidariedade, ONG ATRAS, ONG Construindo a Diferença, CEJA, APAE de Santo Antônio da Patrulha, Associação Cidadão Atitude, FIDES e Esquina da Solidariedade e ainda conta com o apoio da Administração de Bom Retiro do Sul, FEAPAES-RS, UNIJUÍ, Marcelo Tomazi, TECSOL e Instituto Federal de Educação Tecnológica de Bento Gonçalves.
Fonte: Ass. de Imprensa da Prefeitura de Bom Retiro do Sul

sexta-feira, 22 de julho de 2011

www.radioespaço aberto............

Entra da da uma conferida,vale a pena ....www.espacoaberto.com, 24 horas no ar........inicio em 21 de julho de 2011.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Compartilhando.........

Se você quer mudanças...
Se você quer mudanças no seu exterior, comece por cultivar seu interior. Toda mudança deve começar dentro de nós. Com muita humildade e carinho faça esse exercício de olhar para si mesmo (a). Observe seus sentimentos, avalie seus pensamentos.  São Francisco de Sales por diversas vezes em seus escritos nos ensina isso. Você pode dizer que nunca poderá ser uma pessoa perfeita, eu concordo. Mas é possível ser uma pessoa melhor. É possível chegar perto da perfeição. Os exercícios salesianos nos ajudam a viver  de modo consciente na presença Deus. Desde o levantar até o deitar-se ou o acordar de madrugada. Pela manhã você pode acordar e pensar em Deus e fazer uma meditação, ler um texto bíblico ou de um santo ou santa e pegar uma frase que te tocou e repetir ela durante o dia no silêncio do teu coração. Você pode planejar suas atividades todas do dia que começa e imaginar tudo como vai ser. E se foi feito em oração e oferecido a Deus com amor é bem mais provável que tudo dará certo. Mas também a preparação do dia deve ajudar a se estar pronto (a) para os possíveis imprevistos. Por isso, é preciso também cultivar o desapego. Não ser tão rígido(a) diante da agenda e das situações. Acalme-se. Respire e trate tudo com carinho, suavidade e delicadeza. No começo é difícil sim, mas se cultivar tudo isso cada vez mais, aos poucos a docilidade e a amabilidade se tornarão naturais em você.
Dentro do propósito de viver sempre, de modo consciente, na presença amorosa de Deus, vale a pena cultivar outro ensinamento de São Francisco de Sales. Aqui me refiro a um “olhar para si” num modo mais qualificado através do exame de consciência: É o “pegar-se nas mãos”. A espiritualidade salesiana sugere dois momentos para o exame de consciência: ao meio dia e à noite, antes de dormir. Fazendo isso sempre e com o compromisso de tentar de verdade não repetir mais os comportamentos e palavras que causaram mal estar pessoal ou a terceiros, aos poucos poderá perceber em você o progresso de sua vida interior e quantos frutos aparecerão em seu exterior,  nas relações interpessoais, com as coisas e com o planeta.  Vale repetir que se comece pelas pequenas coisas. Vou lembrar um exemplo de um episódio da vida de São Francisco de Sales que pode ajudar.  A cena foi mais ou menos assim: Certa vez este santo estava num quartel e certo soldado soube da presença dele lá. Como tinha ouvido falar da fama de santidade de Francisco de Sales, foi até ele. Assim que entrou no lugar onde estava Francisco, o soldado fechou a porta batendo forte a mesma. Ele indagou Francisco: “Como faço para ser uma pessoa melhor?” Francisco de Sales respondeu: “Comece por não bater mais a porta”.  Tudo começa nas pequenas coisas. O contrário de virtude é vício. Procure cultivar virtudes. Elas vão deixar você uma pessoa melhor. E comece hoje, porque hoje é o dia de você ser feliz de verdade, porque foi para a felicidade que você foi planejado (a), amado (a) e querido (a) por Deus que é infinito amor!
Quer dedicar sua vida totalmente a Deus e ao povo? Que tal ser padre ou Irmão Oblato? Pense nisso. Contate conosco. Pode ser pelo meu e-mail/MSN: dilvano_wb@hotmail.com
** Meu Abraço salesiano vai para...
- Todos meus colegas Oblatos de São Francisco de Sales;
- Às Irmãs Filhas de Maria Auxiliadora, FMA (salesianas), presentes aqui no Sul do Brasil;
- Aos amigos e amigas que sempre rezam por nós e que pedem nossas orações.
Deus seja bendito!
Até a próxima edição!

domingo, 26 de junho de 2011

Entrevista com a especialista em Educação Inclusiva Lizeli Scartassini.

Entrevista com a especialista em Educação Inclusiva Lizeli Scartassini.


Ela é pós-graduada em Educação Inclusiva, professora da rede pública do RS, Gestora da ONG Construindo a Diferença/RS, Pedagoga Especial na Área de Deficiência Mental/PUCRS, tem extensão ma UFRGS na área de  Altas Habilidades e Superdotação e está concluindo a especialização em Mídias e Educação pela UFSM/RS. É palestrante em cursos na área de educação e acessibilidade, movimentos sociais e áreas afins.
Premiações recebidas: Construindo a Nação, ano 2008/2009, concedido pela Sony Brasil Wolks em parceria com FIERGS e 1º lugar: Projeto LIBRAS e a Construção da Diferença, concedido pela HSBC Solidariedade.
Email: lizeliscarta@hotmail.com                       

Confira na íntegra, direto de Palmeira das Missões, a entrevista dada exclusivamente ao Jornal de Viamão. O entrevistador foi o colunista Dilvano Brum:

JV: Como entender a relação de mutualidade, cooperativismo e economia solidária?
Lizeli: Simples: partilhar, ser realmente solidário, co-participar num movimento onde embora tenha alguém num momento que será o líder em outros será substituído por outro integrante do grupo, porque cada um de nós tem uma habilidade que muitas vezes não desenvolvemos e/ou nem sequer descobrimos em nós. Fazemos alguma coisa e se partilharmos, poderemos ajudar a muitos. A idéia de que ações por mais simples que  possam parecer podem gerar uma grande idéia. Veja bem: ser solidário, ou solidária, não é dar tudo pronto, mas  ensinar e aprender, ser aprendiz. “Ensinar a pescar”, como dizemos. Penso que de nada adianta fazer ações e dar tudo pronto. Me parece que não terá um significado, me parece um gesto sem amor, sem sabor. Economia solidária entra num outro viés, como estamos com muitos problemas foi, e é preciso,  repensar muitas de nossas ações que historicamente viemos fazendo.
Se um ganhar numa ação coletiva e estiverem em redes e associações o ganho seria para muitos participantes porque o todo tem o mesmo valor, tem peso. O deixa ver se consigo exemplificar: “Justa trama” trabalha com idéia de economia solidária ,desde a agricultura familiar: entra o produto, é plantado, depois enviado a outro grupo que faz o fio e depois outro produz o tecido e depois o outro faz a roupa e é outro que comercializa. Ou seja,  uma teia tecida por muitas mãos no final tem um produto de  excelente qualidade.  Então, ainda precisamos pensar em redes e formar teias ,de nada adianta empreendimentos ficarem isolados se voltar de novo a história dos jesuítas. Eles faziam isso nas reduções: plantavam, faziam a colheita, exportavam. Um pouco servia para consumo da comunidade.

JV: Lizeli, o que seria ideologia cooperativista?
Lizeli: Cooperar ajudar mutuamente como uma totalidade, um ajudando outro todos se tornam fortes. Um só não faz muito. Esta ideologia que você me pergunta existiu antes, mas foi sucumbida com tempo como, por exemplo, aqui no Brasil, no RS, foi nos trazida pelos jesuítas. Uma forma de cooperar mutuamente E NUM COLETIVO VIVER HARMONICAMENTE EM SOCIEDADE.

JV: Nós começamos nossa conversa e já surgiu o termo Economia Solidária. Para quem não está ainda por dentro do que seja, poderias no explicitar sobre isso?
Lizeli: Sim, economia, moeda. Usamos termo de trocas solidárias e tem grupos que inventaram moedas solidárias. Ajuda mútua, aprender a partilha, doar de coração, arremangar as mangas e colocar a mão na massa. Fácil ganhar tudo prontinho o difícil é plantar colher e etc...

JV: Ou seja, não se trata de assistencialismo. Correto?
Lizeli: Exatto! Não é doar alguma coisa, do tipo ir à vila e doar agasalhos. Porém mais nobre e bonito: Conversar, interagir com o pessoal da vila e ensinar a fazer o agasalho. Se isso é o que sabem fazer de melhor, por menos que seja, podem aprender e reaprender e partilhar. Eu aprendi uma vez com um menino de rua que gostava de fabricar anéis e pulseiras. Ficavam muito bonitos.  Com certeza ele sabia fazer, mas duvido, que com um jeito assistencialista,   ele teve oportunidade de desenvolver esta habilidade em algum lugar na sua comunidade sem que fosse visto de maneira diferente.
Olha amigo, despir-se de alguns preconceitos também faz parte da idéia de ser solidário.

JV: Obrigado Lizeli por sua entrevista exclusiva para o Jornal de Viamão. Sucesso em teu trabalho e missão em prol de uma educação cada vez mais inclusiva e no respeito às diferenças nunca esquecendo a solidariedade que também educa, desapega e liberta.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Projeto Libras e a Construção da Diferença

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Palavras chave: Inclusão , Surdos , Acessibilidade


Lizeli B.Scartassini- Pedagogia Educação Especial ênfase em Deficiência Mental ,Pós em Interdisciplinalidade e Inclusão, Extenção em Altas Habilidades e Superdotação, Especialização em Mídias e Educação .

A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), antigamente chamada de Língua de Sinais dos Centros Urbanos Brasileiros (LSCB), continua restrita aos grandes centros urbanos brasileiros. Apesar do seu recente reconhecimento oficial falta muito para que, de fato, penetre nos municípios de médio e pequeno porte. Fomos comtemplados com recurso financeiro do Instituto HSBC Solidariedade no ano de 2006,fazendo parte de um grupo de 10 projetos sociais e que mais tarde, após receber cursos,capacitações viria a compor a RCS Rede Concerto Social. Está proposta se desenvolveu em uma escola do RS, no município de Palmeira das Missões tendo como professora responsável
Lizeli B.Scartassini.

Nossas pesquisas têm apontado para níveis muito baixos de domínio da língua de sinais por parte dos surdos. No entanto, com poucos recursos e num espaço curto de tempo, um ano letivo, conseguimos reverter em grande medida esta situação nos municípios em que atuamos.

Devido aos baixos níveis de domínio da LIBRAS e quase nenhum do português, podemos afirmar que a maioria dos surdos das cidades de pequeno e médio porte vivem praticamente alienados da cultura e do meio social, isto porque é impossível pensar sem os significantes lingüísticos.

O que pudemos observar é que quando os surdos dependem apenas de uma mímica, uma linguagem sígnica, aquela inventada no seu meio familiar, estes praticamente não têm nem como narrar nem o que narrar. Contudo, depois de adquirirem a LIBRAS passam não apenas a ter um relacionamento mais intenso com os outros, surdos e ouvintes, como também produzem autonarrativas, ou seja, ressignificam o passado e passam a contar a própria história.

É importante frisar que a educação dos surdos, quando existente nos municípios, ocorre em dois níveis: estadual, municipal. Isto faz com que os dados do setor praticamente não existam ou não estejam sistematizados. Daí importância da nossa proposta de mapear as turmas de surdos da região da 20ª CRE (Coordenadoria Regional de Educação), avaliar os níveis de proficiência em LIBRAS e, a partir daí, encaminhar outros procedimentos e uma integração regional entre surdos e professores de surdos.

Esta tarefa, de caráter social e educacional, que deve ser executada para além do curto prazo, dado que se trata da aquisição lingüística, pretende a partir de Palmeira das Missões, atingir outros municípios da 20ª CRE. O presente projeto foi executado nos anos de 2006 á 2009, em 2009 á 2010 fizemos e construímos junto com outros municípios a REDE CONCERTO SOCIAL(RCS) ,que em 2011 publicou seu 1º livro Concertação Social:Diálogos sobre Economia Solidária, relato de experiências exitosas em nosso estado e fundamentos de economia solidária,cabe aqui também lembrar que o projeto Libras e a Construção da diferença recebeu em 2008 o Premio Construindo a Nação e no ano seguinte também fez publicação do livro Libras e a Construção da Diferença:Relatos de uma Experiência Inclusiva. Sou professora a mais de 25 anos no Estado do Rio Grande do Sul. Atualmente trabalho na E.E.E.Fundamental Vila Velha, sala multifuncional e IEBorges do Canto onde leciono Libras, esta incluída após o projeto no ano de 2008 e faço Supervisão e Orientação de Estagio para Ensino Médio modalidade Curso Normal, formação de futuros Educadores.


segunda-feira, 6 de junho de 2011

A MUTUALIDADE1 COMO DOUTRINA DO COOPERATIVISMO E DA ECONOMIA SOLIDÁRIA

A MUTUALIDADE1 COMO DOUTRINA DO COOPERATIVISMO E DA ECONOMIA SOLIDÁRIA

Egon Inácio Bieger2
Lizeli Barbosa Scartassini3

RESUMO

A ideologia cooperativista precisa de um instrumento prático para realizar-se e esse instrumento é a cooperativa. Uma de suas principais características é ser uma entidade com dupla natureza isto é ao mesmo tempo uma associação de pessoas e uma empresa econômica. Do equilíbrio entre esses dois aspectos depende o êxito completo da cooperativa como tal. No atual cenário capitalista, todos querem ganhar cada vez mais. Os ricos estão cada vez mais ricos e, em outro extremo, os pobres, cada vez mais pobres. Analisar essa problemática sob a ótica do desenvolvimento sustentável arraigado na doutrina cooperativista e sua contribuição para o homem no âmbito atual e no contexto da Economia Solidária que surge como um modo de produção e distribuição alternativo ao capitalismo, criado e recriado periodicamente pelos que se encontram (ou temem ficar) marginalizados do mercado de trabalho. As relações democráticas nos empreendimentos econômicos solidários são, no entanto, um exercício democrático que tende a superar a divisão entre tarefas manuais e intelectuais e entre a execução e a concepção, base das desigualdades e da exploração no seio dos processos produtivos e, como tal, devem ser incentivados. O trabalho associado é uma forma de ter acesso ao exercício da democracia, e como tal uma prática cidadã, que abre possibilidade para garantir outros direitos, ou a luta pela suas conquistas, sem os quais não haverá desenvolvimento humano.
1 Mutualidade – Reciprocidade, coletividade, interesse comum. s.f. Sistema de solidariedade na base de ajuda mútua. Conjunto de associações de pessoas (chamadas hoje sociedades mutualistas), com uma finalidade social de previdência, de solidariedade ou de ajuda mútua, graças às cotizações de seus associados.
2 Egon Inácio Bieger - Doutorando em Educação – UCSF (Universidade Católica de Santa Fé, Argentina), Mestre em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, Especialista em Administração Pública, Bacharel em Administração, Socioterapeuta, palestrante em diversas áreas (Educação, Administração, Terceira Idade, Movimentos Sociais), professor dos cursos de Graduação e Pós Graduação da FAI Faculdades de Itapiranga – Itapiranga SC, e-mail adm@seifai.edu.br
3 Lizeli Barbosa Scartassini – Pós Graduada em Educação Inclusiva SEFAI/Itapiranga, professora.rede publica RS, Gestora da ONG Construindo a diferença/ RS, Pedagoga Especial Área de Deficiência Mental/PUC/RS, Extensão UFRGS área de Altas Habilidades e Superdotação,Em curso especialização em Mídias e Educação/UFSM,Palestrante em cursos área de educação e acessibilidade,movimentos sociais e diversas áreas. email:lizeliscarta@yahoo.com.br ou lizeliscarta@hotmail.com.

segunda-feira, 23 de maio de 2011